Musica do Dia

Translate

segunda-feira, 26 de novembro de 2012


Comprovando a veracidade histórica da Bíblia Sagrada

  Imagine  que muitos  céticos, querem por em dúvida a veracidade histórica da Bíblia, mas para uma análise precisa, necessitamos saber se temos testemunhas fora da Bíblia que confirmem as bases daquilo que Moisés escreveu a partir do Gênesis.  Pois se Adão e Eva realmente existiram, eles estariam no topo da genealogia do mundo inteiro, pois todas as mais antigas civilizações procederiam geneticamente deles e deveriam fazer referência a este ancestral comum. Claro que não se deve esperar com tudo que as antigas tradições regionais sejam um decalque exato da narrativa bíblica, hora, se a própria história nos revela que ouve ondas de apostasia  quanto a teologia monoteísta aquela que saiu do Éden de um só Deus, isto é,muitos desviaram-se da tradição original  Adâmica.A comparação portanto deve-se resumir a permanência de um esboço similar ou de elementos antigos que sobreviveram  ao distanciamento  étnico do politeísmo posterior,ou seja, crença em vários  deuses, tais contos épicos das primeiras civilizações.
   Na tabela abaixo vemos elementos que  assemelham-se com a verdadeira  história bíblica, além do mais, a arqueologia nos comprova isto, e já não há dúvidas da veracidade histórica bíblica.
Vasculhando  as origens das civilizações, o mais distante que a história escrita consegue nos levar, chegamos por volta do terceiro milênio antes de Cristo, quando descobrimos os primeiros livros da humanidade. Eles foram  originalmente produzidos em um sistema de escrita Pictográfica, onde as figuras representavam objetos, e depois veio a ser a escrita Ideográfica como exemplo os hieróglifos dos antigos egípcios quando as figuras começaram a representar ideias e conceitos. Finalmente então, surgiu o sistema fonográfico onde cada figura representava um som.
Como não havia ainda o papel que hoje conhecemos, a escrita era feita em tablete de argila conhecidas como escritas Cuneiforme , isto por que eram escritas em forma de cunha,curiosamente os primeiros registros escritos da humanidade foram produzidos mais ou menos na mesma época tanto na Mesopotâmia quanto no antigo Egito.Hora, porque  justamente nesses dois países?Porque provavelmente  foram estes os dois centros que mais se desenvolveram depois do dilúvio, que por sinal há inúmeras provas cientificas que comprovam este acontecimento.Mas não perdendo o foco,é necessário  mencionar que ali foi gerada as mais antigas comunidades urbanas da história.
Então é obrigatória a partir daqui ser feita as primeiras referências à Adão, já que este seria de acordo com a Bíblia o genitor comum de todos os povos,e por mais incrível que possa parecer , é isto que encontramos na história destes povos: inúmeras menções  à verdade escrita na Bíblia. E pela arqueologia as provas necessárias para que saibamos a verdade.
E como o Mestre Jesus  falou no Evangelho de Lucas:19-40: Asseguro-vos que ,se eles se calarem,as próprias pedras clamarão.   


Pictográfica

                                              Ideográfica

                                              
Cuneiforme


                   Chave para a codificação de textos pelas suas categorias linguísticas culturais políticas

                                   Ac = Acádico                                    Hi = Hitita
                                   Ar = Aramaico                                  Mb = Moabita
                                   As = Assírio                                       Nb = Neobabilônio
                                   Cn/Fn = Cananeu/Fenício                 Ab = Antigo Babilônio
                                   Eg = Egípcio                                      Su = Sumério
                                   Hb = Hebraico

Código lingüístico
ANET*
NERT*
1. Gênesis
A – Epopéia babilônico da criação
Ab/Nb(?)
60-72,501-3
80-84
B – Festival babilônico do Ano Novo
AB/NB(?)
331-34
C – Enki e Ninhursag (paraíso sumério)
Su
37-40
85-86
D – Mito de Adapa
Ab
101-3
E – Dumuzi e Enkimdu (motivo de Caim e Abel)
Su
42-42
F – Lista de reis sumérios
Su
265-66
87-89
G – Mito de Ziusudra (dilúvio sumério)
Su
42-44
89-90
H – Epopéia de Gilgames (tabuinha XI; dilúvio)
Ac
72-99,503-7
93-97
I – Epopéia de Atrahasis (dilúvio babilônico)
Ab
104-6,512-14
90-93
J – Narrativas de Sinube
Eg
18-23
K – Tabuinhas de Nuzi
Ab
219-20
L – Narrativa de dois irmãos
Eg
23-25
M – Tradição dos sete anos magros
Eg
31-32
2. Êxodo – Deuteronômio
A – Asiáticos no serviço doméstico egípcio
Eg
553-54
– Lenda do nascimento de Sargão
Ac(?)
119
98-99
C – Hino a Aton
Eg
369-71
16-19
D – Mernepta ou estela de Israel
Eg
376-78
E – Códigos de Leis
                                                Ur-Nammu
                                                Lipit-Ishtar
                                                Esnunna
                                               Hamurábi
                                                Médio assírio
                                                Hitita
                                               Neobabilônico

Su
Su
Ab
Ab
As
Hi
Nb

523-25
159-61
163-80
163-80
180-88
188-97
197-98
F – Edito de Ammisaduqa
Ab
526-28
G – Tratados hititas de suserano-vassalo
H – Tratados sírio e assírio de suserano-vassalo
Ar As
531-41,659-61
129-31,256-66
3. Josué - Juízes
A – Execração de príncipes asiáticos
Eg
328-29
B – Cartas de amarna
Eg
483-90
C – Viagem de Wen Amon à Fenícia
Eg
25-29
D – Guerra contra os povos do mar
Eg
262-63
E – Baal e Anat
CN/Fn
129-42
190-221
F – Lenda do rei Keret
CN/Fn
142-49
223-25
G – Conto de Aqhat (Daniel)
Cn/Fn
149-55
225-26
4. Samuel – Reis
A - Inscrição de Ahiran
Cn/Fn
661
B -  Calendário de Gezer
Hb
320
C – Narrativa de Idrimi de Alalakh
As
557-58
D – Preces de pragas de Mursilis
Hi
394-96
169-74
E – Pedra moabita (Estela de Mesa)
MB
320-21
F – Estela de Zabir
Ar
655-56
229-32
G – Óstracos samaritanos
HB
321
H – Inscrição de Siloé
HB
321
I – Óstracos de Arad
Hb
568-69
253
– Anais reais assírios
As
274-301
K – Crônicas neobabilônicas
Nb
302-7,563-64
L – Cartas de Laquis
HB
321-22
5.         Esdras-Neemias
A - Tabuinhas babilônicas de rações
Nb
308
B - Textos de Nabônides
Nb
308-16,560-63
- Cilindro de Ciro
NB
315-16
D - Papiros de Elefantina
Ar
491-92,548-49
252-55
6. Livros proféticos
A - Protestos do camponês eloqüente
EG
407-10
B - Ditos proféticos de Mari
AB
122-28
C - Oráculos assírios de salvação
As
449-50,605
D - Carta do tempo de Josias
Hb
568
7. Salmos
A - Hinos egípcios
Eg
365-81
39-43
B - Hinos e lamentações mesopotâmicos
Su, Ab, As
383-92,573-86
99-115
8. Provérbios
A - Antigos provérbios assírios e babilônios
Ab, As
425-27,593-96
B - Instruções de Amen-em-opet        
Eg
321-24
49-62
C - Palavras de Ahiqar
Ar
427-30
9. Jó e Eclesiastes
A - O homem e o seu Deus (Jó sumério)
Su
589-91
140-42
B - "Quero louvar o Senhor da Sabedoria"
Nb
434-37,596-600
137-40
C - Diálogo sobre a miséria humana (Eclesiastes babilônico, Teodicéia babilônica)
Nb
438-40,601-4
133-37
D - Diálogo pessimista entre patrão e empregado
Nb
437-38,600-601
E - Uma carta satírica
Eg
475-79
F - Textos de Shurpu ("Confissões negativas")
Ab
131-32
10. Lamentações
A - Lamentações sobre a destruição de Ur
Su
455-63
116-18
B - Lamentações sobre a destruição da Suméria e de Ur
Su
611-19
11. Cântico dos Cânticos
A - Canções de amor egípcias
Eg
467-69
B - Canção de amor suméria
Su
496
12. Daniel
"Um soberano virá.
As
606-7
118-19

Nenhum comentário:

Postar um comentário