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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

                                                          Reforma ou Halloween?



O dia 31 de outubro é lembrado por dois eventos distintos e com propósitos igualmente diferentes.
Por um lado, comemora-se também o Halloween – o dia das bruxas. É vista por muitos como brincadeira infantil e diversão. Sua origem data de tempos antigos, quando os druidas (magos de origem celta) realizavam cerimônias de adoração ao "deus da morte" ou ao "senhor da morte", "Samhain", em 31 de outubro, noite em que o deus da morte convocava os maus espíritospara reunir-se na última noite do ano para examinar os acontecimentos do futuro e voltar aos lugares em que haviam vivido na terra.

Era o dia mais apropriado para todo tipo de adivinhações sobre o casamento, sorte, saúde e morte. Dia especial em que os pagãos invocavam a ajuda do diabo para esse fim. Enfim, uma data na qual há uma grande aproximação com as forças ocultas maléficas.
Por outro lado, cristãos lembram da Reforma Protestante, iniciado nesta data, quando o padre Martinho Lutero afixou na porta do castelo em Wittemberg as suas famosas 95 teses, convocando um debate. Tinham a seguinte introdução: “Debate sobre o esclarecimento do poder das indulgências. Por amor à verdade e pela necessidade de trazê-la à luz, será discutido em Wittenberg o que abaixo segue, sob a presidência do reverendo padre Martinho Lutero. Aqueles que não podem debater este assunto pessoalmente conosco, poderão fazê-lo por escrito. Em nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Amém!”
Lutero buscava a volta do cristianismo puro e simples, a volta ao básico, à doutrina bíblica dos apóstolos. Havia uma necessidade urgente de reforma na igreja e nos costumes e tradições que estavam distantes da verdade bíblica. Muitos andavam errantes se perdiam por não conhecerem a verdade e a seguirem.
No livro do profeta Oséias é dito que “meu povo se perde por falta de conhecimento” (Oséias 4.6).
Nossa sociedade, também hoje, perece por falta de conhecimento da verdade. É necessário voltar ao básico. Vivemos um caos em todos os sentidos: social, político, moral. A reforma é urgente, também hoje. Não uma reforma eclesiástica, mas uma reforma na vida e modo de viver.
Reformar significa dar ou receber uma nova forma, tornar-se outro, fazer diferente. Normalmente, a ideia de reforma implica um movimento, um caminho, uma trajetória de melhora: aquilo que não está bom, que está estragado, corrompido, precisa ser reformado, isto é, precisa ganhar uma nova forma.
Para isso é necessário voltar ao básico. É necessário conhecer a verdade para poder aplica-la à vida. Jesus diz: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8.32).
Por isso, antes de dar atenção a brincadeiras estúpidas e infantis, voltemos ao básico, reformemos nossas vidas e modo de viver à luz da verdade. E seremos de fato livres e felizes.

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